Psicanálise – Exercício profissional e
formação acadêmica.

Psychoanalyse – Berufspraxis und
akademische Ausbildung.
Psychoanalysis – Professional practice
and academic training.
التحليل النفسي - الممارسة المهنية والتدريب
الأكاديمي.
altahlil alnafsiu - almumarasat
almihniat waltadrib al'akadimiu.
Псіхааналіз - прафесійная практыка і
акадэмічная падрыхтоўка.
精神分析——專業實踐和學術培訓。
Psicanálise.
Uma contribuição à Saúde Pública Mental
Professor
César Augusto Venâncio da Silva
Especialista
em Neurociência
Fortaleza-Ceará
Junho
- 2022
INSTITUTO
DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA
GRUPO
DE ESTUDOS ACADÊMICO EM PSICANÁLISE
DEPARTAMENTO
DE FORMAÇÃO EM PSICANÁLISE
ATIVIDADES
DE EDUCAÇÃO CONTINUADA
ATIVIDADES
DE EDUCAÇÃO COMPLEMENTAR
Estudos
difusos de desenvolvimento do pensamento
Tomo I
Série
Formação
Sumário
Introdução ..........................................................................
1 - Introdução.
Nossa
participação neste momento virtual objetiva abordar de forma simplória a
formação do Especialista em Psicanálise. Criamos um Grupo informal de
estudantes em neurociência e psicanálise, sem vinculação institucional com a
entidade CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI e FACULDADE FAVENI para incentivar as
discussões em torno da psicanálise enquanto profissão.
Hoje
estou, e sou neurocientista especializado por esta instituição(FAVENI)
acadêmica. Juntamente com a Professora Ray Rabelo do INESPEC, somos participe
no CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICANÁLISE, para o título profissional de
Especialista em Psicanálise.
O
objeto desta manifestação é apresentar a psicanálise desvinculada da
“dogmatização (sf (dogmatizar+ção) Ato de dog-matizar - Classe gramatical:
substantivo feminino) da doutrina das escolas Freudiana, Lacaniana e outras”.
Obviamente
estas escolas são relevantes, todavia, doutrinar subordinando a profissão a um
pensamento fechado de escolas diversas pode “despersonificar”, não à
Psicanálise, mais o sentido da contribuição “despersonificada” do tratamento e
da psicoterapia na saúde mental.
NOTA:
Observem
que ponho aspas nesta introdução, pois, poderemos estar diante de neologismos,
arcaísmos, e expressões populares. Quando nos referimos a “despersonificar” e
“despersonificada”.
Despersonificar
É UM VERBO TRANSITIVO. Que aqui objetiva a dizer que o autor não deseja
“retirar as características pessoais da psicanálise” (Referência: in Dicionário
Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021,
https://dicionario.priberam.org/despersonificar (consultado em 16-06-2022; Dicio,
Dicionário Online de Português Dicionário Online de Português [em linha], 2022,
(consultado em 16-06-2022). https://www.dicio.com.br/dogmatizacao/
O
nosso Grupo de Estudos nasce no momento em que o Senado da República
brasileira, decide debater a regulamentação da profissão de psicanalista.
Neste
Ensaio aproveito para fortalecer a criação do GRUPO DE ESTUDOS ACADÊMICO EM
PSICANÁLISE a ser mantido pelo INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E
CULTURA – INESPEC, que tornar-se-á um DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO EM PSICANÁLISE,
com fins de desenvolver atividades de educação complementar e educação
continuada no seguimento de estudos psicanalíticos.
2 - Profissão.
Profissão, do latim
professĭo, é a acção e o efeito de professar (exercer um ofício, uma ciência ou
uma arte). A profissão, por conseguinte, é o emprego ou o trabalho que alguém
exerce e pelo qual recebe uma retribuição econômica. Podemos para fins
didáticos dizer que profissão é um trabalho ou atividade especializada dentro
da sociedade, geralmente exercida por um profissional. Algumas atividades
requerem estudos de um dado conhecimento, como as profissões de médico, advogado,
engenheiro, biólogo, psicólogo, psicanalista, ou arquiteto, por exemplo. Outras
dependem de habilidades práticas, como as profissões de faxineiro ou
jardineiro, por exemplo.
Na era medieval, a tradição
reconhecia apenas três profissões: a medicina, a teologia e direito. As quais
eram chamadas de “profissões eruditas”. Regra geral, as profissões requerem
competências especializadas e formais, que se costumam adquirir com uma
formação universitária ou profissional. Os ofícios, no entanto, consistem em
atividades informais ou cuja aprendizagem consiste na prática. Em alguns casos,
de qualquer forma, a fronteira entre a profissão e o ofício é difusa. No
sentido mais amplo da palavra, portanto, o conceito de profissão tem a ver com
ocupação profissional, ou seja, uma atividade produtiva/profissional que o
indivíduo desempenha perante a sociedade onde está inserido.
Algumas profissões no Brasil
possuem um órgão autorregulador, consultivo, fiscalizador e deliberativo,
chamado normalmente de conselho, que habilita o profissional e fiscaliza o
exercício de cada profissão. Trata-se, portanto, de profissões, em seu
significado pleno. Existem os conselhos
federais (exemplos: CFM, CFBio, CONFEA, CFP, etc.), que atuam em âmbito
nacional, e os conselhos regionais (exemplos: CRM, CRBio, Conselho Regional de
Contabilidade, CREA, CRP, etc.), que atuam dentro das unidades federativas ou
em determinadas regiões do país.
2.1 – Como conceituar uma profissão?
Para conceituar uma
profissão apontamos alguns marcos referenciais:
a) – Estabelecer uma escola de treinamento para essa ocupação
profissional;
b) – Estabelecer uma formação acadêmica em uma universidade ou
e unidade de ensino isolada, uma faculdade, etc;
c) Estabelecer uma associação de pessoas com os mesmos fins
profissionais, pode ser local, regional ou nacional;
d) Estabelecer leis regulamentadoras
(no Brasil a competência é da União,
assim se fala em uma lei federal e não leis estaduais) de licenciamento para o
exercício desta atividade;
e) É necessário que a ocupação se torne uma ocupação em tempo
integral, ou seja, que essa pessoa exerça essa atividade na maior parte do seu
tempo;
f) É também necessário que se estabeleça uma associação
nacional de ética profissional.
2.2. - Profissão erudita.
Entendemos como erudito um
ser, humano, homem ou mulher que tem erudição, excesso de cultura e de
conhecimento, geralmente conseguidos através da leitura.
Aquele que exerce uma
profissão é um profissional. Esta pessoa frequentou um curso e é titular de um
certificado ou diploma que credita as suas competências para desempenhar o seu
trabalho. Mas isso não é uma regra.
Para que alguém seja
considerado um profissional não é necessário possuir diploma de universidade.
Um profissional é alguém que que exerce uma determinada atividade na maior
parte do dia, logo: um advogado é um profissional, um músico é um profissional
se ele vive disso, um engenheiro, um pintor, uma costureira, um escrito, entre
outras. Sendo necessário apenas que essa pessoa possua o conhecimento e a
experiência para desempenhar tal atividade.
Um exemplo de profissão é a medicina, cujos profissionais são os
médicos. Estes especialistas fazem estudos universitários para se
especializarem nos cuidados e na recuperação da saúde humana através do estudo,
do diagnóstico e do tratamento de doenças ou lesões (feridas).
É imprescindível que o
médico seja um profissional que tenha ingressado na universidade e que tenha um
diploma que o comprove, uma vez que a vida do paciente depende do seu trabalho.
Se uma pessoa se fizer passar por médico e prescrever um tratamento, estará a
cometer um delito. Esta prática é conhecida como exercício ilegal da medicina.
No Brasil, algumas
profissões possuem um órgão que faz a regulamentação e que também que as
fiscaliza, esse órgão é chamado de “conselho”. É o conselho que que habilita o
profissional e fiscaliza cada profissão. Vale mencionar que há um conselho para
cada tipo de profissão.
No século XIX, com o
surgimento da tecnologia e a especialização de outras ocupações, outras áreas
também reivindicaram o status de profissão como foi o caso da engenharia,
farmácia, veterinária, psicologia, enfermagem e serviços sociais, cada um dos
quais poderia reivindicar, usando estes marcos, para se tornarem profissões.
2.3. – Profissão no quesito leis.
Na categoria: profissões,
existem centenas de atividades que são reguladas em norma legislativa, ou seja,
leis, existem ainda as profissões não regulamentadas, como exemplos: Psicopedagogia,
Psicanálise e Neurociência, entre outras.
No quesito “Estabelecer leis
regulamentadoras (no Brasil a competência é da União, assim se fala em uma lei
federal e não leis estaduais) de licenciamento para o exercício desta atividade...”
observamos que
2.3.1. - CBO - Classificação Brasileira de Ocupações.
No caso presente o nosso
propósito é vislumbrar o alcance de perspectiva formal da regulação da
profissão de psicanalista. Assim tomaremos como base a classificação – CBO -
Classificação Brasileira de Ocupações.
A Classificação teve sua
publicação em 27/08/2015, e encontra-se com atualizações até a data de
22/03/2021. Podemos considerar a CBO
como um instrumento político de gestão pública e privada que busca apresentar a
realidade das profissões do mercado de trabalho no território brasileiro. A referência legal advém da norma brasileira,
ato de gestão do Gabinete do Ministro, Portaria nº 397, de 10.10.2002.
2.3.2. - Portaria MTE Nº 397 DE
09/10/2002.
A Portaria MTE Nº 397 DE
09/10/2002, foi publicada no Diário Oficial da União em 9 outubro do ano de 2002, e dispõe sobre a “aprovação da Classificação Brasileira de Ocupações
- CBO/2002, para uso em todo território nacional e autoriza a sua publicação.
Assim definiu a Portaria:
O Ministro de Estado
do Trabalho e Emprego, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II do
parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal, resolve:
Art. 1º Aprovar a
Classificação Brasileira de Ocupações - CBO, versão 2002, para uso em todo o
território nacional.
Art. 2º Determinar
que os títulos e códigos constantes na Classificação Brasileira de Ocupações -
CBO/2002, sejam adotados;
I - nas atividades de
registro, inscrição, colocação e outras desenvolvidas pelo Sistema Nacional de
Emprego (SINE);
II - na Relação anual
de Informações Sociais - (RAIS);
III - nas relações
dos empregados admitidos e desligados - CAGED, de que trata a Lei nº 4.923, de
23 de dezembro de 1965;
IV - na autorização
de trabalho para mão-de-obra estrangeira;
V - no preenchimento
do comunicado de dispensa para requerimento do benefício Seguro-Desemprego
(CD);
VI - no preenchimento
da Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS no campo relativo ao
contrato de trabalho;
VII - nas atividades
e programas do Ministério do Trabalho e Emprego, quando for o caso.
Art. 3º O
Departamento de Emprego e Salário - DES da Secretaria de Políticas Públicas de
Emprego deste Ministério baixará as normas necessárias à regulamentação da
utilização da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO).
Parágrafo único. Caberá à Coordenação de Identificação e
Registro Profissional, por intermédio da Divisão da Classificação Brasileira de
Ocupações, atualizar a Classificação Brasileira de Ocupações - CBO procedendo
às revisões técnicas necessárias com base na experiência de seu uso.
Art. 4º Os efeitos de
uniformização pretendida pela Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) são
de ordem administrativa e não se estendem às relações de emprego, não havendo
obrigações decorrentes da mudança da nomenclatura do cargo exercido pelo
empregado.
Art. 5º Autorizar a
publicação da Classificação Brasileira de Ocupação - CBO, determinando que o
uso da nova nomenclatura nos documentos oficiais a que aludem os itens I, II,
III e V, do art. 2º, será obrigatória a partir de janeiro de 2003.
Art. 6º Fica revogada
a Portaria nº 1.334, de 21 de dezembro de 1994.
Art. 7º Esta Portaria
entra em vigor na data de sua publicação.
PAULO JOBIM FILHO.
A CBO tem por filosofia sua
atualização constante de forma a expor, com a maior fidelidade possível, as
diversas atividades profissionais existentes em todo o país (E
neste contexto entrou a Psicanálise), sem diferenciação entre as
profissões regulamentadas e (Nos dias atuais a
Psicanálise se enquadra entre ...) as
de livre exercício profissional.
A CBO não representa o
reconhecimento no sentido de regulamentar a profissão, tem o reconhecimento no
sentido classificatório da existência de determinada ocupação e não da sua
regulamentação. A regulamentação da profissão diferentemente da CBO, é
realizada por Lei cuja apreciação é feita pelo Congresso Nacional, por meio de
seus Deputados e Senadores e submetida à sanção do Presidente da República. A
CBO não tem poder de Regulamentar Profissões.
Seus dados alimentam as
bases estatísticas de trabalho e servem de subsídio para a formulação de
políticas públicas de emprego.
Com a inclusão da Psicanálise, da Psicopedagogia e da Neurociência no
contexto da CBO os profissionais, trabalhadores nestas áreas sentem-se
amparados e valorizados ao terem acesso a um documento, elaborado pelo governo,
que identifica e reconhece seu ofício. As inclusões das ocupações na CBO têm
gerado, tanto para categorias profissionais quanto para os trabalhadores, uma
maior visibilidade, um sentimento de valorização e de inclusão social. A
atualização da CBO ocorre em geral, anualmente e tem como foco revisões de
descrições com incorporação de ocupações e famílias ocupacionais que englobem
todos os setores da atividade econômica e segmentos do mercado de trabalho, e
não somente canalizados para algum setor específico.
O Governo Federal, chamado
governo da União, coloca à disposição da sociedade através de sua pasta
relacionada ao Trabalho e Emprego texto da CBO.
Desde a sua primeira edição,
em 1982, a CBO sofreu alterações pontuais, sem modificações estruturais e
metodológicas. A edição 2002 utiliza uma nova metodologia de classificação e
faz a revisão e atualização completas de seu conteúdo.
Como já se firmo a CBO é o
documento que reconhece, nomeia e codifica os títulos e descreve as
características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro. Sua
atualização e modernização se devem às profundas mudanças ocorridas no cenário
cultural, econômico e social do País nos últimos anos, implicando alterações
estruturais no mercado de trabalho.
Nas diversas versões se
observa anotações sobre as ocupações do mercado brasileiro, organizadas e
descritas por famílias. Cada família constitui um conjunto de ocupações
similares correspondente a um domínio de trabalho mais amplo que aquele da
ocupação.
O banco de dados deste
documento está à disposição da população através de mídia eletrônica e para
consulta pela internet.
Observa-se que o documento
traz a lume o método utilizado no processo de descrição, que pressupõe o
desenvolvimento do trabalho por meio de comitês de profissionais que atuam nas
famílias, partindo-se da premissa de que a melhor descrição é aquela feita por
quem exerce efetivamente cada ocupação.
Na elaboração deste
documento oficial, CBO, sempre se envolve a sociedade, exemplos de envolvidos
no processo pesquisadores da Unicamp, UFMG e Fipe/USP e profissionais do
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai. Trata-se de um trabalho desenvolvido
nacionalmente, que mobiliza milhares de pessoas em vários pontos de todo o
País.
Para nós, que atuamos em
Neurociência, Psicanálise e Psicopedagogia, a CBO tem uma dimensão estratégica
importante, na medida em que, com a padronização de códigos e descrições,
poderá ser utilizada pelos mais diversos atores sociais do mercado de trabalho.
Terá relevância também para a integração das políticas públicas da pasta da
Economia (órgão governamental e ações públicas) em particular a pasta do
Trabalho e Emprego, sobretudo no que concerne aos programas de qualificação
profissional e intermediação da mão-de-obra, bem como no controle de sua
implementação.
Agora, com o discurso da
regulamentação da profissão de psicanalista é importante conhecer conceitos e possibilidade
legal do exercício da profissão de psicanalista, antes e depois da
regulamentação.
2.3.3. - Diretrizes da CBO -
Informações Gerais.
Para conhecer com
proficiência a relevância e a importância das políticas públicas a serem
implementadas em diversos setores profissionais, principalmente em relação a
vinculação da Psicanálise, Neurociência e Psicopedagogia no contexto da CBO,
vamos entender algumas informações que refuto de natureza genérica.
2.3.3.1. - Histórico da CBO.
2.3.3.2. -. Bases Conceituais.
2.3.3.3. - O que é a CBO2002.
2.3.3.4. - Ficha de Descrição.
2.3.3.5. - A Nomenclatura.
2.3.3.6. - Grandes Grupos Ocupacionais.
2.3.3.7. - Subgrupos Principais, Subgrupos e Grupos de Base.
2.3.3.8. - 8. Supressão do Código 90.
2.3.3.9. - CBO2002 em Internet e Meio Magnético.
2.3.3.10. - Nota Importante.
2.3.3.11. - Estrutura CBO2002.
2.3.3.12. - Informações Sobre os Grandes Grupos.
2.3.4. – Psicanalista - CBO 2515-50.
2.3.4.1. – PROFISSIONAIS DAS CIÊNCIAS E DAS ARTES.
É indiscutível a importância
de Freud no contexto da “criação” da Psicanálise. As contribuições de Freud,
porém, não se resumem ao campo da psicanálise, uma vez que suas teorias
repercutiram bastante no campo científico e influenciaram diretamente áreas
como a psicoterapia. A obra de Freud também repercutiu até em campos como a
filosofia e a literatura. Até hoje alguns dos métodos de tratamento criados por
Freud são utilizados por psiquiatras.
Placa
memorial localizada onde Freud nasceu em Příbor, República Tcheca. Créditos: Michal Maňas - Obra do próprio. Memorial
plaque of Sigmund Freud at his birthplace in Pribor (Příbor), The Czech
Republic.
Professor Dr. Sigismund Schlomo. Sigmund Freud. Neurologista austríaco e
fundador da psicanálise. Sigmund Freud (nascido Sigismund Schlomo Freud;
Freiberg in Mähren, 6 de maio de 1856 – Londres, 23 de setembro de 1939) foi um
médico neurologista e psiquiatra criador da psicanálise. Freud nasceu em uma
família judaica, em Freiberg in Mähren, na época pertencente ao Império
Austríaco. Atualmente, a localidade é denominada Příbor, e pertence à República
Checa.
![]()
Nota 1.
Nascimento: 6 de maio de 1856, Příbor, Chéquia. Falecimento: 23 de setembro de 1939,
Hampstead, Reino Unido. Altura: 1,72m. Cônjuge:
Martha Bernays (c. 1886-1939). Pais:
Jacob Freud, Amalie Nathanson. Filhos: Anna Freud, Mathilde, Anna, Sophie,
Martin Freud, Ernst, Oliver. Educação: Universidade de Viena.
Bibliografia. Autor de: A
Interpretação dos Sonhos, O Mal-estar na Civilização, Beyond the Pleasure
Principle, Totem e Tabu, Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade, The Ego and
the Id, Moses and Monotheism, Zur Psychopathologie des Alltagslebens, O Futuro
de uma Ilusão, Introduction to Psychoanalysis, Studies on Hysteria, O Chiste e
Sua Relação com o Inconsciente, Psicologia de Grupo e a Análise do Ego, On
Narcissism, Leonardo da Vinci, A Memory of His Childhood, On Aphasia: A
Critical Study, Delusion and Dream in Jensen's Gradiva, Thoughts for the Times
on War and Death, The Question of Lay Analysis, The History of the
Psychoanalytic Movement.
Nota 2. Příbor (em alemão Freiberg in Mähren) é
um município na República Checa na região da Morávia. Příbor é famosa por ser o lugar de
nascimento de Sigmund Freud, pioneiro da psicanálise. Placa memorial localizada
onde Freud nasceu em Příbor, República Tcheca. Referências: Dados do instituto
de estatísticas da República Checa» (em cz)
Distrito
de Nový Jičín. Wolfgangus Mozart - self-made, based on Image:Map CZ - district
Karvina.PNG by Miaow Miaow. Location of Nový Jičín District within
Moravian-Silesian Region and the Czech Republic. https://www.czso.cz/csu/2010edicniplan.nsf/engt/F500310B64/$File/801011102601.xls
Amalia Nathansohn Freud e Sigmund Freud em
Viena, por volta de 1925.
Freud durante o período em que trabalhava no Hospital Geral
de Viena.
Nos dias modernos, entre o
discurso do Professor César Venâncio: “O objeto desta manifestação é apresentar a
psicanálise desvinculada da “dogmatização da doutrina das escolas Freudiana,
Lacaniana e outras(...) Obviamente estas escolas são relevantes, todavia,
doutrinar subordinando a profissão a um pensamento fechado de escolas diversas
pode ‘despersonificar’, não à Psicanálise, mais o sentido da contribuição
‘despersonificada’ do tratamento e da psicoterapia na saúde mental”. É importante contextualizar os
saberes e as práticas psicanalíticas nas ciências sociais
2.3.4.2. – PROFISSIONAIS DAS CIÊNCIAS E DAS ARTES.
Na CBO 2515 encontram-se os
Psicólogos e psicanalistas.
Código 2515 -Psicólogos e
psicanalistas.
a.
2515-05
- Psicólogo educacional;
b.
2515-10
- Psicólogo clínico;
c.
2515-15
- Psicólogo do esporte;
d.
2515-20
- Psicólogo hospitalar;
e.
2515-25
- Psicólogo jurídico;
f.
2515-30
- Psicólogo social;
g.
2515-35
- Psicólogo do trânsito;
h.
2515-40
- Psicólogo do trabalho;
i.
2515-45
– Neuropsicólogo;
j.
2515-50
– Psicanalista;
k.
2515-55
- Psicólogo acupunturista.
2.3.4.2.1 – Nesta sequência observamos a partir da CBO as ocupações
relacionadas.
a.
2511 - Profissionais em pesquisa e análise
antropológica sociológica.
b.
2512 - Economistas.
c.
2513 - Profissionais em pesquisa e análise
geográfica.
d.
2514 - Filósofos.
e.
2516 - Assistentes sociais e economistas
domésticos.
2.3.4.3. – Descrição Sumária.
Estudam, pesquisam e avaliam
o desenvolvimento emocional e os processos mentais e sociais de indivíduos,
grupos e instituições, com a finalidade de análise, tratamento, orientação e
educação; diagnosticam e avaliam distúrbios emocionais e mentais e de adaptação
social, elucidando conflitos e questões e acompanhando o(s) paciente(s)durante
o processo de tratamento ou cura; investigam os fatores inconscientes do
comportamento individual e grupal, tornando-os conscientes; desenvolvem
pesquisas experimentais, teóricas e clínicas e coordenam equipes e atividades de
área e afins.
2.3.4.4. – Formação e Experiência.
Para os trabalhadores dessa
família é exigido o nível superior completo e experiência profissional que
varia segundo a formação. Para os psicólogos, de modo geral, pede-se de um a
quatro anos, como é o caso do psicólogo clínico. Para o psicanalista é
necessário, no mínimo, cinco anos de experiência. Os cursos de qualificação
também variam de cursos básicos de duzentas a quatrocentas horas/aula, como no
caso do psicólogo hospitalar, mais de quatrocentas horas/aula para os
psicólogos jurídicos, psicanalistas neuropsicólogos, até cursos de
especialização para os psicólogos clínicos e sociais. A formação desses
profissionais é um conjunto de atividades desenvolvidas por eles, mas os
procedimentos são diferentes quanto a aspectos formais relacionados às
instituições que os formam.
2.3.4.5. – Condições Gerais de Exercício.
Os profissionais dessa
família ocupacional atuam, principalmente, em atividades liga das à saúde,
serviços sociais e pessoais e educação. Podem trabalhar como autônomo se/ou com
carteira assinada, individualmente ou em equipes. É comum os psicólogos
clínico, hospitalar, social e neuropsicólogos trabalharem com supervisão. Têm
como local de trabalho ambientes fechados ou, no caso dos neuropsicólogos e
psicólogos jurídicos, pode ser a céu aberto. Os psicólogos clínicos, sociais e os
psicanalistas, eventualmente.

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